Buscar

Não leia se você prefere fuzil




Quando eu era criança, houve um período em que todos os dias os produtos subiam de preço. Eu ia comprar o pão de manhã. Minha mãe me dava as moedas. Sempre levava a mesma quantia, mas, dia após dia, voltava com menos pães.


No auge da hiperinflação, o pão nosso de cada dia me fez entender que os preços eram reajustados diariamente. Naquela época, ainda uma pré-adolescente, não sabia que o tomate, por exemplo, tinha chegado a aumentar 4.492,25%!!! Isso aconteceu em 1993.


Em 1º de julho de 1994, o real passou a circular. A nova moeda trouxe bons tempos. A inflação acabou? Não, ela faz parte do nosso dia a dia. Mas... Houve um bom período em que a inflação era controlada e garantia feijão na mesa da família brasileira.


Agora, 27 anos depois do lançamento do real, o preço do tomate, da cesta básica, inclusive do feijão, e de tantos outros produtos e serviços nos fazem temer novamente a HIPERinflação.


Eu vou continuar pedindo em oração e ação: "O pão nosso de cada dia nos dai hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, não nos deixei cair em tentação, mas livrai-nos do mal”.


Amém!



0 visualização0 comentário